O quão difícil e hipócrita
o ser humano pode ser. Com todo respeito àqueles que logo se insurgem com seus
questionamentos, argumentos em própria defesa da pessoa que lhe constitui, mas
o que se vê são buscadores sem mapa, sem norte, sem rumo, nem eira nem beira.
Como assim? Como isso ocorreu !? É uma espécie de condicionamento, uma guerra
constituída!? Na verdade, parece um atrativo de interesse, ou seja, essa
zonzeira no caminho, pode ser interessante para os que buscam seduzir esses
perdidos para beneficiar-se de uma certa forma (Leia-se ego ou outrem).
Pode parecer baboseira, questionamento petulante
e sem propósito. Contudo, uma base argumentativa forte que se vê, a internet,
redes sociais e etc, onde cada um é livre para se expressar (com as devidas
limitações legais). O que se percebe são várias autoafirmações deformadas de
seus propósitos. O que se diz espiritualizado se sente na obrigação de
demonstrar sua fé a todo custo, contudo, as provações básicas religiosas do
amor ao próximo e o respeito são de fato totalmente ausentes em sua vida
cotidiana. Há aqueles também, sofridos de amor, que demonstram fortaleza de
sentimentos em ataques rudes e afirmações ardorosas de amores próprios e
isolados. Existem também os que expõem uma atividade de intensa alegria,
constante, provocativa do olhar alheio. Sim, esse outro que ali habita. Então,
o que se busca? Satisfazer esse outro que creio estar olhando, observando,
julgando, achando, conjecturando, confabulando?! Quem é esse outro? Como ele é
criado? Nada mais, nada menos que um pedaço de nós mesmos. A parte sórdida,
escondida, camuflada e enganosa, que quer ser admirada e concretamente provar
sua existência. Até...