terça-feira, 19 de março de 2013

Hipocrisia do ser


                O quão difícil e hipócrita o ser humano pode ser. Com todo respeito àqueles que logo se insurgem com seus questionamentos, argumentos em própria defesa da pessoa que lhe constitui, mas o que se vê são buscadores sem mapa, sem norte, sem rumo, nem eira nem beira. Como assim? Como isso ocorreu !? É uma espécie de condicionamento, uma guerra constituída!? Na verdade, parece um atrativo de interesse, ou seja, essa zonzeira no caminho, pode ser interessante para os que buscam seduzir esses perdidos para beneficiar-se de uma certa forma (Leia-se ego ou outrem).
         Pode parecer baboseira, questionamento petulante e sem propósito. Contudo, uma base argumentativa forte que se vê, a internet, redes sociais e etc, onde cada um é livre para se expressar (com as devidas limitações legais). O que se percebe são várias autoafirmações deformadas de seus propósitos. O que se diz espiritualizado se sente na obrigação de demonstrar sua fé a todo custo, contudo, as provações básicas religiosas do amor ao próximo e o respeito são de fato totalmente ausentes em sua vida cotidiana. Há aqueles também, sofridos de amor, que demonstram fortaleza de sentimentos em ataques rudes e afirmações ardorosas de amores próprios e isolados. Existem também os que expõem uma atividade de intensa alegria, constante, provocativa do olhar alheio. Sim, esse outro que ali habita. Então, o que se busca? Satisfazer esse outro que creio estar olhando, observando, julgando, achando, conjecturando, confabulando?! Quem é esse outro? Como ele é criado? Nada mais, nada menos que um pedaço de nós mesmos. A parte sórdida, escondida, camuflada e enganosa, que quer ser admirada e concretamente provar sua existência. Até...

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